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Palestras - VII Seminário e Feira do Empreendedorismo

 

"Educação, cidadania e solidariedade"

Release da palestra: Esta palestra pretende oferecer elementos para uma reflexão aprofundada sobre o trinômio educação-cidadania-solidariedade. Embora possam parecer temas de universos distantes, trata-se de elementos que configuram uma mesma realidade, na medida em que permitem compreender a pessoa humana de forma integral. De fato, a tarefa principal da educação é formar pessoas com capacidades e habilidades para viver de forma plena a cidadania que, por sua vez, só se realiza de modo autêntico a partir da dimensão solidária que aproxima os co-cidadãos.

Desde o final do século passado, os educadores têm tomado consciência cada vez mais clara da necessidade de se conjugar quatro dimensões da educação. Duas dessas dimensões são cognitivo-operativas, a saber, o “aprender a conhecer” e o “aprender a fazer”. As outras duas dimensões englobam o aspecto existencial e o caráter comunitário da vida humana: o “aprender a ser” e o “aprender a conviver”.

Essas dimensões revelam a necessidade de que o processo educativo seja compreendido a partir de um projeto pedagógico que contemple o ser humano em sua integralidade, isto é, em sua unicidade cognitivo-existencial-comunitária: trata-se de um ser que deve ter acesso ao conhecimento sistematizado (formar a mente), ao mesmo tempo em que deve aprender a “tornar-se pessoa” (aprender a ser, a viver de forma autêntica, a aproveitar todo seu potencial humano) e, por fim, deve aprender a viver com os outros, de forma ética e solidária.

Tudo isso faz parte da educação integral, cujo objetivo principal é preparar as pessoas para viverem de forma autêntica a cidadania.

Palestrante Clemente Ivo Juliatto

 


 

O que é a Escola Empreendedora?

Release da palestra: No mundo complexo, caótico, estruturado por vezes, recorrente, intenso, dialético, a ESCOLA EMPREENDEDORA lida com a COMPLEXIDADE.

A suposição básica de uma ESCOLA EMPREENDEDORA é a de que o ato educacional com vistas às transformações muda a pessoa, muda o meio e está aberta às diferenças imprevisíveis que se apresentarem durante o processo.

Uma ESCOLA EMPREENDEDORA sabe de suas obrigações legais, diante da legislação de ensino, porém, tem certeza que precisa abrir espaços para a criatividade. Uma ESCOLA EMPREENDEDORA deve trabalhar além das matérias lecionadas; deve ser capaz de entender a metadisciplina.

Isso inclui duas coisas importantes em nossa consideração: ser capaz de atender às exigências curriculares fazendo constantes adaptações e ultrapassando-as para garantir a preparação ante o futuro desafiador.

Palestrante Hamilton Werneck

 


 

Em Busca do Time dos Sonhos

Release da palestra: É comum no ambiente corporativo um profissional ser admitido por suas competências técnicas, seu currículo, sua experiência e não conseguir estabelecer uma boa relação com clientes internos e externos de sua empresa por dificuldades na área comportamental. Apesar de um excelente desempenho, causa conflitos desnecessários por falta de assertividade, empatia, equilíbrio emocional, senso de humor, inflexibilidade, dificuldade em aceitar regras e outros comportamentos não compatíveis.

Cabe lembrar cada pessoa vai reproduzir em grupo de trabalho o comportamento que o caracteriza em outros grupos como família, escola, amigos etc., quando há o impasse normalmente a pessoa joga a responsabilidade nas situações ou em outras pessoas. Apontar o erro do outro é uma tentação quase irresistível, alegar falta de estrutura para trabalhar é muito fácil. O grande desafio é analisar seu próprio comportamento sua parcela de responsabilidade nos insucessos da equipe.

Buscar o autoconhecimento e superação de alguns limites, para efetivamente ser um facilitador das relações em seu ambiente de trabalho exige mais do que boa vontade e conhecimento conceitual é necessário acreditar nas pessoas, acreditar no poder de transformação de cada um, inclusive na sua própria transformação em uma pessoa melhor quando participa troca, se solidariza.

Temos a tendência de admirar tudo o nos assemelha, esquecendo que o diferente não é ruim é apenas diferente. É necessária uma tomada de consciência para trilhar os caminhos da maturidade no campo pessoal e profissional que leva a uma conduta ética que tem o bem comum como medida para suas decisões, o que possibilita relações mais harmoniosas e um ambiente propício à criatividade e a igualdade social. Todo profissional independente da área que atua, deve lembrar que este é um caminho sem volta nenhum de nós é melhor de todos nós.

Palestrante Cleusa Martins

 


 

“A Arte de Ser Professor: Desafios e Possibilidades”

Release da palestra: Indisciplina, dificuldade de aprendizagem, desrespeito e falta de interesse são alguns dos problemas enfrentados pela maioria dos professores.  No entanto, mesmo com as inúmeras dificuldades desta profissão, em toda escola existe alguns educadores que conseguem fazer um trabalho diferenciado. Eles marcam positivamente seus alunos, conseguindo transmitir os conteúdos propostos e também ensinando lições para vida.

O que esses educadores têm que os torna especiais? O que podemos aprender com eles?

Palestrante Luciano Diniz

 


 

Criatividade & Educação  - A Arte da Geração de Boas Idéias

Release da palestra: Mark Twain, um dos grandes escritores americanos, uma vez disse: “Não deixe a escola atrapalhar seus estudos”. O ambiente escolar pode sim contribuir pela limitação do potencial criativo de uma criança ou jovem se restringir os estudos a apenas velhas formas de ensino, mas ao mesmo tempo pode se tornar o maior impulso e estímulo para formar jovens mais criativos e empreendedores. Tudo depende da forma com que temas e projetos são desenvolvidos e didáticas são utilizadas e melhoradas. Assim como o bom poeta vive sempre em estado de poesia – criatividade - qualquer pessoa também pode, seja qual for seu perfil, sua vocação ou área de trabalho. E a partir daí uma empresa ou uma escola com profissionais criativos naturalmente se tornarão inovadoras. A criatividade é um atributo das pessoas enquanto a inovação é um atributo das organizações, pois a partir das ideias geradas entram os processos, os métodos e os sistemas. A empresa ou a escola deverá a partir desta fase decidir como e quando irá aplicar as ideias geradas.

A criatividade deve naturalmente permear toda a programação e o currículo escolar com a mesma ênfase e dedicação que as escolas dão para disciplinas tradicionais. Acredito que hoje há um desnível no que diz respeito ao estímulo do pensar criativo comparado ao pensar lógico. Artes, dança, teatro, música, desenho e ludicidade deve receber o mesmo peso do que aulas de matemática, química, física ou biologia. Todos são importantes na formação de jovens. O problema é que há um nítido vazio entre pensamento lógico que é supervalorizado enquanto o pensamento criativo é subvalorizado, relegado a esporádicas aulas de educação artística ou música. Somos ensinados na escola a apenas pensar de forma analítica, onde tudo é um sistema e o pensar linear é o meio para atingir sucesso profissional. Nada de mal nisso e a educação formal se faz necessária assim como o pensar lógico. Entretanto, a negligência com que várias escolas, universidades, salvo algumas exceções, de um modo geral, tratam a imaginação, a intuição e a criatividade, nos leva à reflexão preocupante de que estamos educando nossos filhos para serem tudo menos criativos, originais e inovadores. As consequências disso em um mundo cada vez mais competitivo e carente de novos negócios, novas ideias e soluções para questões econômicas, políticas, ambientais e sociais, tendem a ser devastadoras. Faz-se necessário um repensar de um sistema educacional que ainda herda velhos alicerces, para que a escola possa valorizar talentos e contribuir com a formação de gerações inovadoras.

A primeira coisa que digo quando me perguntam se alguém é ou não criativo ou se um profissional de qualquer área pode ser ou não criativo, respondo no ato: todas as pessoas são criativas. Criatividade não é um dom ou privilégio de algumas pessoas ou restrito a gênios como Da Vinci, Drummond, Picasso ou Steve Jobs. Em minhas palestras sempre pergunto – Quem aqui se considera criativo? Menos de 10% das pessoas levantam a mão. Todos nós nascemos criativos. É parte do ser humano a habilidade de pensar e criar. A partir desse auto-reconhecimento de que se é criativo, qualquer um pode estimular a própria criatividade. O grande problema é que quando uma criança chega aos 6, 7 anos um processo de bloqueio ou cerceamento da criatividade acontece pouco a pouco. Neste período, a escola e a família são responsáveis por esse bloqueio ao canalizar a educação e o aprendizado seguindo padrões de pensamento e pouco estimulando algo natural e espontâneo nas crianças que é sua imaginação e suas habilidades criativas. Posteriormente, a sociedade e as empresas se encarregam de assumir esse papel de “apagadores de pessoas criativas” até que a maioria naturalmente se assuma como não criativa. Basta resgatar a criatividade e estimulá-la.

Palestrante Elói Zanetti

 


 

"Tecnologia: uma ferramenta para o desenvolvimento de comunidades"

Release da palestra:

  • Uma visão crítica sobre o papel da tecnologia na sociedade moderna.
  • O homem como um ser social e parte de uma grande rede.
  • Efeitos positivos e negativos da tecnologia atual sobre o homem.
  • Inteligência coletiva como forma de capitalizar recursos de comunidades: entendendo conceitos, tipos, processos, fatores inibidores/estimuladores e o genoma da inteligência coletiva.
  • Análise de redes, serviços, organizações e empreendimentos sociais que já utilizam inteligência coletiva ativada pela tecnologia.

Palestrante Ricardo Engelbert

 

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